Noss'Alma Art's Music - A voz do Rap Cristão Nacional!!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Shofar a " flauta do homem de Deus "



O shofar é um chifre de carneiro e é frequentemente mencionada na Bíblia.Hoje, em alguns cultos, o shofar é tocado durante a oração, intercessão e horários de culto.
Esta sondagem é feita em horários específicos coletivamente causar perturbação e confusão no reino do espírito acima de nós, assim, dispersar a oposição e trazendo um céu aberto para a glória, o poder ea presença de Deus a cair.
O trompete de prata é mencionado em Números 10:1-10. A explosão do shofar poderia vir a partir da espessura do Monte. Sinai, fez os Israelitas tremer em reverência (Ex. 19).
Soprando sua contraparte terrestre (chifre de carneiro), hoje, é uma declaração de aceitação de mandamentos eternos de Deus e autoridade sobre nós.
O "shofar" soou quando o rei Davi trouxe a arca da aliança de volta a Jerusalém.- Sopro que hoje é um sinal da nossa re-compromisso para o Santo de Israel.
O "shofar" soou quando Salomão foi ungido rei de Israel. - - Blowing hoje é uma declaração de nossa lealdade ao Rei dos Reis.O "shofar" soou quando o templo foi dedicado.-
Sopro que hoje é um convite à adoração.O "shofar" foi soprado pelo sentinelas nos muros de Sião para avisar os moradores da espada do inimigo.-
Sopro que hoje é um sinal para acordar para o perigo de ataque satânico.

VEJA COMO SE FABRICA UM SHOFAR.
http://www.youtube.com/watch?v=pHuvHKAUMS0&feature=player_embedded

Politicamente correto - Eternamente errado


Será que ser “politicamente correto” é uma mentira deliberada ou uma insanidade voluntária? Como se explica a mentira (que não tem nenhum exemplo para apoiá-la e centenas de exemplos para refutá-la) de que o islã é pacífico? Sem a violência pela qual começou, espalhou-se e agora se mantém, o islã seria uma seita obscura, não uma religião mundial.
O islã fez “convertidos” pela espada desde a França até a China. Com velocidade e ferocidade assombrosas, a espada islâmica – “mais rápida que a romana, mais duradoura que a mongol, na mais espantosa proeza da história militar”[1] – obrigou nações a se submeterem a Alá. Em números absolutos, os massacres foram maiores do que o Holocausto de Hitler. O historiador Will Durant chama a conquista islâmica da Índia de “provavelmente o período mais sangrento da História”.
Ainda assim, persiste a mentira politicamente correta de que o islã é pacífico. Após assassinar os atletas israelenses durante as Olimpíadas de Munique, a OLP foi convidada a participar das Olimpíadas! Durante décadas a Federação Internacional da Cruz Vermelha tem honrado o Crescente Vermelho do islã, mas se recusa a reconhecer o Magen David Adom Vermelho (Estrela de Davi Vermelha) de Israel. Por ter falado contra essa fraude, Bernardine Healy foi forçada a pedir demissão do cargo de presidente da Cruz Vermelha Americana.
Uma coisa é certa: mesmo que o “politicamente correto” possa enganar alguém por algum tempo, inevitavelmente trairá ainda nesta vida aqueles que o empregam – e seguramente trará o julgamento de Deus na eternidade que virá. No final, a verdade prevalecerá.
Elliot Cohen, da Escola de Estudos Avançados da Universidade Johns Hopkins, escreveu no Wall Street Journal: “uma hora gasta navegando na internet resultará… no mesmo entendimento a respeito do islã encontrado durante a II Guerra Mundial ao se ler Mein Kampf (Minha Luta, de Hitler) ou os escritos de Lenin, Stalin ou Mao. Ninguém gosta de pensar que uma religião mundial tem algo profundamente agressivo e perigoso dentro de si… mas os verdadeiros líderes precisam mostrar essas verdades mesmo que sejam desconfortáveis e não muito agradáveis”.
A Proclamação da Independência de Israel em 14 de maio de 1948 diz: “Estendemos a mão a todos os nossos países vizinhos e a seus povos numa oferta de paz… e apelamos a eles que estabeleçam laços de cooperação e ajuda mútua com o povo de Israel independente, estabelecido em sua própria terra… colocando nossa fé no Todo-Poderoso…”. Esse ramo de oliveira foi pisado pelo menos por cinco nações árabes que atacaram os colonizadores israelenses, ao mesmo tempo que Azzam Pasha, o secretário-geral da Liga Árabe, declarava: “esta será uma guerra de extermínio…”. O fato de que oextermínio de Israel é exigido pelo islã faz com que a paz real no Oriente Médio seja impossível – mas isso não é admitido porque deseja-se ser politicamente correto. Pela graça e pelas promessas de Deus, entretanto, Israel não foi e nem será exterminado.
Durante décadas a Federação Internacional da Cruz Vermelha tem honrado o Crescente Vermelho do islã, mas se recusa a reconhecer o Magen David Adom Vermelho (Estrela de Davi Vermelha) de Israel.
Para que houvesse “paz”, contudo, as nações árabes exigiram que Israel se retirasse para um território minúsculo e indefensável, que lhe tinha sido atribuído pelas Nações Unidas. Tratava-se de uma pequena fração da área que a Liga das Nações havia separado em 1922 para o lar nacional judaico. Se esse princípio fosse adotado universalmente, agressores jamais seriam prejudicados por atacarem seus vizinhos!
Na guerra de 1948-1949, a Jordânia capturou Jerusalém Oriental e a Margem Ocidental, enquanto o Egito tomou a Faixa de Gaza, pondo fim a mais de 3.000 anos de presença judaica na região. Os jordanianos e os egípcios destruiram sistematicamente todas as evidências da história judaica nesses locais, incluindo vilas e sinagogas, expulsaram todos os judeus e decretaram que a venda de terras a judeus era uma ofensa capital. “Territórios ocupados”? Sim, pelos árabes!
Essas áreas tornaram-se centros de ataques terroristas contra Israel. Muhammad Salah al-Din, o então ministro do Exterior do Egito, explicou: “O povo árabe… declara que não estaremos satisfeitos a não ser pelo extermínio final de Israel…” O presidente egípcio, Gamal Abdel Nasser, acrescentou: “Nós pedimos vingança, e a vingança será a morte de Israel”.
Incrivelmente, Israel continuou tentando se dar bem com seus inimigos, tendo esperanças de “paz”. Mais do que qualquer outra coisa no mundo, o sonho de paz no Oriente Médio produz o desejo ilusório, politicamente correto, de não “ofender” os agressores.
Israel tem pertinazmente perseguido a paz num caminho coberto pelos cacos da esperança traída. Em setembro de 1978, o Egito, Israel e os Estados Unidos assinaram os Acordos de Camp David, sob os quais Israel devolveu o Sinai ao Egito. De fato, mais de 90% da terra que Israel obteve em defesa própria contra um inimigo que jurou exterminá-lo foram devolvidos. Israel ofereceu devolver mais, inclusive um “Estado Palestino”, com a condição de que seu direito de existência fosse reconhecido – com o que os muçulmanos, conforme a lei islâmica, não podem concordar. No entanto, Israel tem sido culpado por falhar em promover a paz!
Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito. Carter queria citar um versículo da Bíblia e um verso do Corão sobre a paz. Existem em torno de 400 versículos bíblicos que mencionam a paz, mas foi achado apenas um verso no Corão. Carter declarou: “Lemos no Corão: ‘Se eles [os inimigos] se inclinarem para a paz, inclina-te para ela também e confia em Deus [Alá]…’ (Sura 8.61). Então, vamos desistir da guerra… Nós oramos a Deus… que estes sonhos se tornem realidade”.
O “sonho” do islamismo, contudo, não é o que Carter e Israel imaginaram. O verso diz “Alá”, não Deus – e Alá odeia os judeus! A Sura 8 é intitulada “Os Espólios” [de guerra]. O verso 65 diz: “” Profeta, exorta os crentes ao combate…”. Lemos no verso 67: “Não é digno de um Profeta fazer prisioneiros até que semeie a morte na terra”. A única paz oferecida é para os subjugados na jihad(guerra santa) que se rendem aos guerreiros islâmicos. “Paz” em árabe vem da palavra salam, que significa submissão – ao contrário da palavra hebraicashalom, que significa paz genuína entre amigos.
Abdelrahman Azzam Pasha ladeado pelo rei Abd al-Aziz al-Saud, da Arábia Saudita, e pelo rei Farouk, do Egito, em 1945.
Nenhum líder árabe tem autoridade para passar por cima da lei islâmica, assinando um acordo que permita aos judeus governarem qualquer território que o islã tenha possuído. Em 641 d.C. os islâmicos conquistaram a região que os romanos tinham renomeado como “Palestina” em 135 d.C. Eles não podem abrir mão dela, nem de qualquer outra terra que o islã tenha controlado, da França à China. E nemqualquer não-islâmico pode reinar sobre muçulmanos em qualquer lugar do mundo – o que inclui os Estados Unidos. Essa é uma doutrina central que todo muçulmano aprende nas mesquitas.
Dividindo o mundo inteiro em dar al–Islam (casa da paz) e dar al-Harb (casa da guerra), o islã exige a jihad incessante, até que o mundo todo se submeta a Alá. Ahmad Hasan az-Zayat, autoridade islâmica moderna, escreveu em Al-Azhar: “A Guerra Santa é… obrigação divina. A religião do muçulmano é o Corão e a espada…”.
De acordo com a sharia (lei islâmica) não pode haver paz real, mas apenas um cessar-fogo temporário, entre muçulmanos e não-muçulmanos. Esse fato pode ser verificado em vários textos, tais como War and Peace in the Law of Islam(“Guerra e Paz de Acordo com a Lei do Islã), escrito pelo professor Majid Khadduri, uma autoridade em lei islâmica. Como disse Alija Izetbegovic, líder islâmico na Bósnia: “Não pode haver paz ou coexistência entre a fé islâmica e as sociedades não-islâmicas…”. Assim é o islã! Mas os politicamente corretos não podem admitir essa desagradável realidade.
Mentir para promover o islã é considerado uma honra. Em 14 de outubro de 1988, Arafat condenou todas as formas de terrorismo e reconheceu Israel – no papel. A Conferência de Paz de Madri, em outubro de 1991, abriu o caminho para conversações secretas entre a OLP e Israel em Oslo (na Noruega). Em 13 de setembro de 1993 o então primeiro-ministro israelense Yitzak Rabin assinou a “Declaração de Princípios” em Oslo e Israel reconheceu Arafat e a OLP.
No Cairo, em 4 de maio de 1994, Arafat e Rabin assinaram o acordo de paz “Jericó Primeiro”, implementando [o que havia sido acertado em] Oslo. Exultante, Shimon Peres declarou através da “Voz de Israel”: “Hoje pusemos um fim ao conflito entre árabes e israelenses – a utopia está chegando!”. Ele tinha esquecido quão freqüentemente Arafat e outros líderes da OLP haviam pedido o fim de Israel. Por exemplo, Abu Iyad, representante de Arafat, tinha afirmado: “É nosso direito ter… um Estado palestino independente… como uma base a partir da qual iremos libertar Jaffa, Acco e toda a Palestina”.[2] Outro assessor [de Arafat] havia dito que “a luta com o inimigo sionista não é sobre as fronteiras de Israel, mas sobre a existência de Israel”.
Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito.
Desculpando-se por Oslo, Arafat dizia às audiências islâmicas que estava seguindo o exemplo do profeta, aceitando um armistício temporário que levaria à destruição de Israel. O tratado de Hudaybiya, assinado por Maomé em 728 d.C. – um armistício de dez anos com a tribo Quraish de Meca – foi o precedente legal citado [por Arafat]. Dois anos mais tarde, usando um pretexto, Maomé tomou Meca e a Qaaba com um exército de 10.000 homens. Armistícios são consentidos apenas quando os islamitas estão muito enfraquecidos para a conquista.
O “processo de paz” foi uma artimanha islâmica de Arafat. [O acordo de] Oslo exigiu que ele tirasse da Carta da OLP a cláusula sobre a destruição de Israel. Quando anunciou que ela tinha sido removida, a viúva de Rabin proclamou com grande alegria: “O Conselho Nacional Palestino revogou as cláusulas da sua Carta que pediam a destruição de Israel!” O sucessor de Rabin, o primeiro-ministro Shimon Peres, salientou que “este foi o evento histórico mais importante no desenvolvimento da nossa região em cem anos”. Na realidade, era um embuste. A cláusula não tinha sido, nem foi, removida.
Arafat continuou a pedir publicamente a destruição de Israel. Tais invectivas foram gravadas num vídeo por Ben Gilman, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Congresso [dos EUA], que ofereceu mostrá-lo à imprensa em 21 de setembro de 1995. Ninguém da imprensa se interessou! Ainda pior, o embaixador de Israel nos EUA, Itamar Rabinovich, pediu a Gilman que não mostrasse o vídeo,[3] pois poderia atrapalhar o “processo de paz!”
O ex-primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu escreveu: “meu partido e eu estávamos virtualmente isolados em nossa denúncia de que Arafat não manteria sua palavra… nós fomos tidos como inimigos da paz… nosso argumento era que, se déssemos Gaza para Arafat, criaríamos um excelente refúgio para terroristas…”.4 É claro que ele estava certo.
Netanyahu escreveu: “meu partido e eu estávamos virtualmente isolados em nossa denúncia de que Arafat não manteria sua palavra… nós fomos tidos como inimigos da paz… nosso argumento era que, se déssemos Gaza para Arafat, criaríamos um excelente refúgio para terroristas…”.[4] É claro que ele estava certo.
O sermão da sexta-feira, no dia 14 de outubro de 2000 (mostrado ao vivo na TV), na mesquita Zayed bin Sultan Nahyan em Gaza, incluiu as seguinte afirmações: “Não tenham misericórdia dos judeus… matem-nos… e aqueles americanos que estabeleceram Israel aqui, no coração do mundo árabe”. Naquele mesmo dia, dois reservistas israelenses que entraram em Ramallah por engano, foram mortos e estraçalhados por uma multidão que os atacou aos gritos, perto do quartel-general de Arafat, provocando manifestações de júbilo quando o terrível ato foi mostrado ao vivo na TV palestina. No dia seguinte, o Dr. Ahmad Abu-Halabia, da Universidade Islâmica de Gaza, disse em entrevista à TV: “Os judeus… devem ser estraçalhados e mortos… Não tenham piedade… não importa onde estejam… devem ser mortos e também aqueles americanos que são como eles”. Será que precisamos dar mais exemplos?
Em 8 de junho de 2001 Arafat declarou outro “armistício”. Alguns dias mais tarde, o sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: “Se Alá quiser… Israel será apagado do mapa… E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihadpor Alá. Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!
Enquanto o “processo de paz” continua, palestinos assassinam e põem fogo nas casas de árabes suspeitos de colaborarem com Israel. Os terroristas islâmicos que matam judeus são honrados tendo ruas e feriados com os seus nomes [nos países árabes].
Esse engano alcançou proporções ainda mais elevadas com o “mapa do caminho”, que a Rússia, os EUA, a União Européia e as Nações Unidas quiseram impor a Israel e aos “palestinos”. [Nessa proposição,] o Quarteto “convoca Israel a dar passos concretos para apoiar o surgimento de um Estado Palestino… a ocupação israelense que começou em 1967 deve terminar…”. Para o estabelecimento do Estado palestino, o presidente Bush colocou como condição que o terrorismo fosse abandonado para sempre e que fosse estabelecida uma sociedade livre e democrática. Porém, “eleições palestinas” simuladas já enganaram o mundo antes.
Arafat nunca respeitou uma determinação de Oslo, Wye, etc. Por que seus sucessores iriam honrar algum acordo? Na tarde do dia histórico em que aconteceu o aperto de mão com Yitzak Rabin no gramado da Casa Branca, o nome de Arafat constava no alto de uma lista de “terroristas mundiais”.[5] Ele era um dos mais malignos assassinos da História. No entanto, ganhou o Prêmio Nobel da Paz, e Clinton e Gore o receberam na Casa Branca como um estadista mundial.
Os líderes palestinos fazem tudo em nome de Alá. Portanto, não importa quais acordos de “paz” assinam, tudo é feito tendo em mente a destruição de Israel (um Estado cuja existência nem mesmo é admitida em qualquer mapa árabe), conforme ordenado por Alá, através de Maomé. O mesmo vale para todos muçulmanos, da Chechênya à Califórnia!
O sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: “Se Alá quiser… Israel será apagado do mapa… E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá. Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!
Pouquíssimos líderes cristãos têm a coragem de falar a verdade, como fez Jerry Falwell no programa 60 Minutos, dizendo que Maomé foi um terrorista, e, como afirmou Franklin Graham, que o islã é “muito perverso e maligno”. Infelizmente, depois ambos voltaram atrás. Muitos líderes de igrejas preferem ser politicamente corretos, embora o islã seja totalmente anticristão. Ele nega a divindade de Cristo, Sua morte pelos nossos pecados na cruz e Sua ressurreição – e tem perseguido e matado milhões de cristãos através da História.
No entanto, Billy Graham insistiu: “o islã é mal entendido… Maomé tem grande respeito por Jesus. Ele chamou Jesus de o maior dos profetas depois dele mesmo. Acho que estamos mais próximos do islamismo do que pensamos…” Sim, tão próximos quanto a distância entre o céu e o inferno! Criticando Falwell e Franklin Graham por falarem a verdade, a revista Cristianity Today declarou: “O islã não teria se tornado a segunda maior religião do mundo se fosse… completamente maligno como sugerem esses comentários”.
Robert Schuller chamou o islamismo de “cristão”. Ele recebeu muitos elogios na mesquita de Villa Park (Illinois/EUA), onde declarou que chegou à conclusão de que “pedir às pessoas que mudem suas crenças é completamente ridículo”. Defendendo a mais cruel e violenta religião da História, Schuller insistiu:
Esta é a hora de pararmos de atacar religiões… Tem sido uma honra para mim familiarizar-me com os líderes do islamismo positivo. Existe e tem existido uma propaganda muito forte contra o islã neste mundo.[6]
Positivo? O islã? Maomé nunca ouviu falar disso! Propaganda antiislâmica? Ninguém poderia dar ao islã uma imagem pior do que Maomé e o Corão lhe deram desde o início. No entanto, o ex-secretário de Estado Colin Powell, repetindo o presidente Bush, insistiu: “Nós temos que deixar o islã fora disso. É uma religião pacífica”.
Antes de 11 de setembro de 2001, muitas advertências foram ignoradas, tais como as da Comissão Nacional Contra o Terrorismo em 1988. Hoje estaremos repetindo o mesmo erro se nos recusarmos a levar o islã a sério. A Igreja está negligenciando o maior campo missionário do mundo, com a desculpa de que é “muito perigoso” ou sob a ilusão de que “Alá é o Deus da Bíblia” e que os islâmicos estão “mais próximos de nós do que imaginamos”. Que Deus nos livre desse engano! (Dave Hunt – The Berean Call - http://www.beth-shalom.com.br/)
Notas:
Durant, op. cit., 188.
Jornal kuwaitiano Al-Sachrah , 1/6/87.
Jerusalem Post, 11/25/95, 30.
Netanyahu, Fighting, 114.
“Terrorists and policemen”, Jerusalem Post International Edition, 10/3/93.
Orange County Register, seção “Commentary”, 9/14/01.
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, agosto de 2005.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A NOSSA BANDEIRA É O SENHOR ...














Um dos símbolos a Estrela de Davi, conhecida também como Escudo de Davi – é uma expressão que vem do hebraico מגן דוד, “Magen David”, referindo-se a um símbolo em forma de estrela formada por dois triângulos sobrepostos, iguais, tendo um a ponta para cima e outro para baixo. Outro nome dado a este símbolo é “Selo de Salomão”. A Estrela de Davi representa a igreja de Cristo. A diferença entre o "Hexagrama" e a "Estrela de Davi" é que na Estrela de Davi os triângulos são sobrepostos (um passa em cima - dentro - do outro formando uma só figura), enquanto no hexagrama os triângulos são entrelaçados (dois triângulos diferentes que quando entrelaçados - um independente do outro - formam o hexagrama
Origem - De acordo com a tradição judaica, este símbolo era desenhado ou encravado sobre os escudos dos guerreiros do exército do rei Davi. Esta tradição teve origem no fato do nome hebraico para Davi (pronunciado David) ser escrito originalmente por três letras do alfabeto hebraico - Dalet, Vav e Dalet. Estas duas letras Dalet tinham uma forma triangular no alfabeto hebraico usado até então, uma variação do alfabeto fenício, conhecido como proto-hebraico. Estas duas letras então eram encravadas nos escudos dos soldados, uma sobreposta a outra, formando uma espécie de estrela.
A forma atual do Escudo de Davi já aparecia em diversas culturas do Extremo Oriente há milhares de anos, só nas últimas centenas de anos que tornou-se para um símbolo puramente judaico. Este símbolo apareceu primeiramente ligado aos judeus já na Era do Bronze - no século IV a.C - num selo judaico achado na cidade de Sidon. Ele também aparece em muitas sinagogas antigas na terra de Israel datadas da época do Segundo Templo e até mesmo em algumas depois de sua destruição pelos romanos. Não era lhe dado, ao menos aparentemente, um significado tão especial ou místico, mas ornamental, assim como muitas Estrelas de Davi foram achadas ao lado de “Escudos de Salomão” (estrelas de cinco pontas ou pentagramas). Um exemplo é o friso da sinagoga de Cafarnaum (século II ou III da era comum) e uma lápide (ano 300 da era comum), encontrada no sul da Itália.
A estrela de Davi passou de um simples símbolo judaico ornamental para o nível de símbolo supremo do recém estabelecido Estado judeu (1948), sendo parte central da bandeira da nação, tendo por cima e por baixo dela duas faixas azul-celestes que representam o xale de orações judaico (chamado em hebraico de Talit).
Fonte: Igospel

sexta-feira, 9 de abril de 2010

NA DIREÇÃO DE DEUS


No dia 21 de Março de 2010, foi oficialmente declarada a aliança entre o Ministério Éfeso e o Ministério Mardeadoração!
Para honra e glória do Senhor Jesus, essa aliança foi fruto de muita busca e muita oração.
Juntamente com o Ministério Éfeso, o Ministério Mardeadoração está acolhendo mais alguns membros, amigos e companheiros do Ministério Éfeso.
O primeiro contato do Ministério Éfeso com o Ministério Mardeadoração foi a uma gincana realizada na igreja, cuja uma das provas era levar um grupo evangélico, daí então o Ministério Éfeso foi convidado a estar lá, após esse convite as portas do Ministério Mardeadoração continuaram abertas, e lá também foi gravada a segunda parte do dvd “ Na fé de Jô “, onde o Pastor Marcio Reis emocionou a todos com suas lindas e sábias palavras ditas em depoimento no Dvd!
Muitos projetos de evangelismos estão sendo planejados!
Todo ultimo sábado do mês será realizado no Ministério Mardeadoração o Culto Noss`Alma, dirigido pelo Ministério Éfeso!
O primeiro culto Noss`Alma, será realizado no dia 24 de Abril de 2010, com a participação do Ministério Gade, com o testemunho impactante do Dj Roger, e a ministração abençoada do Evangelista Rodrigo Monteiro!



SERÁ UMA BENÇÃO !
NÃO DEIXE DE PARTICIPAR DESSA ADORAÇÃO AO NOSSO DEUS!


LOUVADO SEJA O SENHOR!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

3 CONGRESSO DE HIPHOP ABALA BRASILIA

NOS DIAS 19 E 20 DE FEVEREIRO O DF PAROU.
MANO RECO / C.E.L.A / STEIN ANISTIA /
MARCIO ATTACK E VERSOS E DJ MAX NOS BEATZ

PARTICIPARÃO DE UM GRANDE C
ONGRESSO DE HIP HOP CRISTÃO
QUE ACONTE ANUALMENTE EM SANTA MARIA SUL.
A IGREJA TERRA SANTA COMO NOS ANOS ANTERIORES,
JUNTO AOS JOVEN DA REGIÃO,FORÃO ALIMENTADOS COM MINISTRAÇÕES,
TESTEMUNHOS E PALAVRAS QUE EDIFICARÃO
E TRANSFORMARÃO VARIAS VIDAS.

ORGANIZADO PELA RAPPER STEIN DO GRUPO ANISTIA
ESSE EVENTO JA ESTA ENTRE OS MAIS INPORTANTES PROJETOS
DE EVANGELISMO DO DF.
NESTA EDIÇÃO DO CONGRESSO MAIS DE 10 PESSOAS
SE CONVERTERÃO AO EVANGELHO.
AGRADEÇEMOS A DEUS E A TODOS OS APOIADORES DESSE CONGRESSO TÃO IMPORTANTE PARA O POVO CRISTÃO DO DF.



CONGRESSO AVIVAR DE HIP HOP CRISTÃO.
CONTATOS: (61) 8414-0079 (STEIN)


CONFIRA O VIDEO AGORA MESMO:

copie o link.
www.youtube.com/watch?v=KqPBne_4jAE



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

“SEGUNDA PARTE DA GRAVAÇÃO DO DVD DO MINISTÉRIO ÉFESO”


No Dia 13/12/09 o Ministério Éfeso esteve na Igreja Mar de adoração,

gravando a segunda parte do DVD.

Foi uma grande benção para o ministério Éfeso e para os irmãos ali presentes.

O Poder de Deus foi grandemente manifestado sobre a vida das pessoas.

Tiveram como participação especial o Negrada, participando da faixa “Só Lamento”.

E muitas outras musicas novas serão lançadas nesse DVD.

O evento se tornou ainda mais especial, pelo carinho e a participação

do Querido Pr. Márcio e de toda amada Igreja.


A gravação foi repleta de “Palavra de Deus”, e muitas emoções.

Uma breve ministração do Rapper C.E.L.A ,
(Evangelista Maurílio neves) emocionou muitas pessoas,

e provou ser uma ministração diretamente do trono do Senhor!

Graças a Deus, foi mais uma batalha vencida!

Certamente, Deus tem trabalhado para que sua palavra chegue aos lugares mais inusitados.

E o Senhor tem ungido jovens como estes para pregarem a palavra de Deus em lugares onde muitas pessoas não teriam coragem de ir.

Em breve você poderá ter em sua casa o Dvd do Ministério Éfeso,

para ser abençoado e também para abençoar a vida das pessoas que precisam

ouvira palavra de Deus!


Que toda Honra e toda Glória seja dada ao Rei dos Reis!


Nós da NOSS'ALMA Agradeçemos ao pastor marcio e toda sua equipe por apoiarem o rap evangelico Brasileiro.

paz.



Saiba mais sobre o Ministerio Éfeso em:



sábado, 21 de novembro de 2009

O RAP NACIONAL CHEGA AOS GIDEÕES

A cidade de Suzano viveu a experiencia de receber o maior evento de missões dos últimos tempos, trata-se do 1º Congresso Internacional de Missões com Gideões Missionários da Última Hora.

O encontro que teve início em Camboriú, Santa Catarina, e aconteceu em Suzano, entre os dias 18 e 21/11, no Ginásio do SESC.

A mensões de que mais de 10 mil pessoas participarão do evento.

Estiverão presentes várias lideranças religiosas como:

O pastor e presidente dos Gideões Missionários, Cesino Bernardino, os preletores pastor Adeildo Costa, pastor Carvalho Júnior, missionário Ezequiel Pires e o bispo Paulo Moura.

Durante o congresso acontecerão várias palestras, momentos de oração e shows com várias celebridades do meio gospel, como Daniel & Samuel, Valquirea Oliveira, Paulo André, Andréia Rocha e Ministerio Éfeso.

O 1º Congresso Internacional de Missões com Gideões Missionários da Última Hora

visa à recuperação da auto-estima do ser humano e salvação de almas.

O congresso acontece há 28 anos e está presente em vários países.

Nos da NOSS'ALMA glorificamos a Deus pela oportunidade do rap nacional esta entre
homems e mulheres de Deus, de tamanha unção e poder.

O Ministerio Éfeso se encontra a desposição dos gideões missionarios a qual quer momento
e para qual quer obra de missões em todo territorio mundial.

Agradescemos em nome do ministerio Éfeso aos organizadores do Gideões
por esta honrosa oportunidade.

SAIBA MAIS SOBRE GIDEÕES MISSIONARIOS DA ULTIMA HORA.

http://www.gideoes.com.br/
http://www.gideoes.com.br/tv/
http://mil-missoesurbanas.blogspot.com/2009/04/gideoes-missionarios-da-ultima-hora.html

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DVD DO ÉFESO JÁ ESTA BOMBANDO ...


No ultimo dia 05 de novembro, aconteceu no céu rosa da china.

A gravação do dvd do Ministério Éfeso.

Com o teatro lotado a festa foi uma benção participações de vários ministérios e jovens da região.

Estavam entre eles os Prs:

Pr. Marcio – Ministério mar de adoração.

Pr. André – Igreja batista pleno poder.

Pr. Carlos Enrique – Igreja profetas do avivamento.

Mais a presença abençoada de:

* Mano reco – ex: detentos do rap.

* Elo j brothers.

* Negrada.

Uma noite, onde a palavra de Deus foi ministrada com autoridade e unção.

O breve testemunho junto à palavra de Deus através do mano reco.

Fez com que jovens não convertidos ficassem inpactados pela verdade do evangelho.

Mais de 200 pessoas em um só espírito.

Evangélicos e não convertidos juntos todos aprendendo e adorando a Deus junto com esses jovens que já são considerados do Brasil a grande revelação do rap gospel nacional.

C.E.L.A / FERNANDA / ROD MC

MINISTÉRIO ÉFESO

Mais de uma hora de palco fez com que os convidados, Entendessem a real mensagem da noite.

Que não era apenas gravar o dvd mais proclamar o evangelho de Jesus cristo através do rap.

Lançamentos exclusivos de louvores como:

Corintios 13.

Rei dos reis.

Tipo Pedro.

A cinsa e a brasa.

Opere em mim.

Fizeram um grande eco, junto às paredes daquele teatro na noite de quinta feira.

Como não poderia faltar, hinos já conhecido como:

Poesia da vida

Na fé de jó

A transformação

E só lamento ( feat-negrada)

Edificarão ainda mais a vida dos q ali estavam presentes.

Este dvd é uma produção independente da produtora evangélica

NOSS’ALMA

Com o apoio da igreja evangélica

Profetas do avivamento.

E colaboração do espaço teatral

Céu rosa da china

Agradecemos a presença de todos que estiveram presentes na gravação deste dvd.

Mais informações.

0xx11 7323 - 5676

0xx11 3453 – 4847

contatosefeso@gmail.com

terça-feira, 27 de outubro de 2009

ÉFESO NA GOSPEL FM...

NO ULTIMO DIA 26 "SEGUNDA - FEIRA"

O MINISTÉRIO ÉFESO ESTEVE DANDO UMA ENTREVISTA NO PROGRAMA BLACK GOSPEL.
NA APRESENTAÇÃO DE X - BARÃO
A PROGRAMAÇÃO VEM SENDO UMA DAS MAIS OUVIDAS NO GENERO POR TODO BRASIL...

E COMO NÃO PODERIA SER DIFERENTE
NO ULTIMO PROGRAMA, C.E.L.A /ROD/FERNANDA..
QUE FORMAM O MINISTÉRIO ÉFESO ESTIVERAM LÁ.
UMA NOITE ABENÇOADA COM TESTEMUHO E MUITO RAP.

PARABENIZAMOS A RADIO GOSPEL FM E LOUVAMOS A DEUS PELA VIDA DOS MEMBROS DO ÉFESO. QUE A CADA DIA VEM ENCHENDO O PAÍS DE MUITA UNÇÃO E PALAVRAS DE DEUS....

NOS DA NOSS'ALMA RECOMENDAMOS...

Gospel Black 90.1 FM

O MELHOR DA BLACK MUSIC NACIONAL E INTERNACIONAL

APRESENTADO POR X-BARÃO

LANÇAMENTOS, SORTEIO DE BRINDES, ENTREVISTAS E MUITO MAIS...

TODA SEGUNDA FEIRA A PARTIR DAS 21 HRS AO VIVO

PARA TODO BRASIL

GOSPEL FM 90.1 OU PELO SITE

http://www.igospel.org.br/


EM BREVE VIDEO DA MATERIA NO YOUTUBE.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O Shofar


Nos tempos antigos, o shofar era usado em ocasiões solenes. A palavra shofar é mencionada pela primeira vez em conexão à Revelação Divina no Monte Sinai, quando "a voz do shofar era por demais forte e todo o povo do acampamento tremeu". Assim, o shofar em Rosh Hashaná (ano novo judaico) tem o dever de lembrar aos judeus suas obrigações para com seu serviços religiosos.
O shofar também era tocado durante as batalhas contra inimigos perigosos. Portanto, o shofar de Rosh Hashaná serve como um grito de guerra contra o inimigo interior, impulsos maus e paixões.

O shofar é feito de um chifre de animal casher (considerado limpo). Qualquer chifre pode ser usado para o shofar, exceto vaca ou touro, pois estes chifres são chamados em hebraico de "keren" e não shofar, e também porque seu chifre poderia remeter ao Bezerro de Ouro que os filhos de Israel fizeram no deserto, ao deixarem o Egito.
Geralmente, e de preferência, o shofar é feito de um chifre de carneiro, em memória do carneiro que foi oferecido em lugar de Yitzhak (Isaac), que permitiu-se ser atado e colocado sobre o altar como um sacrifício a Deus.
O shofar é tocado em Rosh Hashaná após a leitura da Torá, antes e durante a prece de Mussaf. Embora uma mitsvá não deva ser adiada, havia uma boa razão para adiar o toque do shofar para depois da leitura da Torá. Isso aconteceu numa comunidade judaica cercada por inimigos, em que o shofar foi tocado de manhã bem cedo. Os inimigos pensaram que os judeus estivessem convocando para uma rebelião contra eles, então os cercaram e os mataram. A partir daí decidiu-se por tocar o shofar após a leitura da Torá, pois quando os inimigos viam que os judeus já haviam feito parte de suas preces pacificamente, percebiam que era uma reunião pacífica para a oração, e não uma rebelião contra eles.
Rashi explica que houve um tempo quando os judeus foram proibidos de tocar o shofar. Guardas eram postados para vigiá-los até que o serviço da prece de Shacharit estivesse concluído. Os judeus por isso tocavam o shofar mais tarde, durante o serviço Mussaf, e assim permaneceu esta regra, de tocar o shofar após o serviço de Shacharit. Existe ainda outra razão: pois naquele época os judeus já eram coroados com mitsvot, os preceitos entre os quais tsitsit, Shemá, e a leitura da Torá: então vem o shofar e lhes traz o perdão.

O toque do shofar em Rosh Hashaná é um mandamento da Torá. É um preceito como todos os outros de nossa fé e, portanto, deve ser feita uma bênção especial antes de cumpri-lo.
O propósito da bênção é agradecer a D'us por nos ter santificado com Seus mandamentos e nos ter dado a oportunidade de cumprir a Sua vontade. Esta bênção, em geral, é um preparo para que nossos atos não sejam realizados apenas pela força do hábito e, sim, conscientemente, sabendo seu significado e perante Quem devemos agir. A bênção antes do toque do shofar tem a mesma finalidade.
Esta é a bênção: "Bendito és Tu, ó Senhor, nosso D'us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos e nos ordenou ouvir a voz do shofar." Começamos a bênção na segunda pessoa – como se estivéssemos diretamente perante D'us – mas a terminamos na terceira pessoa – pois D'us é Onipresente e Invisível, Santo e além da compreensão. Todas as bênçãos apresentam esta mesma estrutura.
Em hebraico a palavra Lishmoa ("ouvir" ou "escutar") da mesma raiz de Shemá, possui vários significados, entre eles, escutar ou ouvir com os nossos próprios ouvidos; além de entender e obedecer.
Deste modo, quando o Baal Tokêa (aquele que toca o shofar) faz a bênção por todos nós, espera-se que não só o som do shofar seja ouvido, como também compreendida e obedecida sua mensagem.

O shofar nos chama para acordarmos de nossa letargia mental pelas coisas terrenas e clama para que possamos despertar e nos envolver com as necessidades de nossa alma. É como um alerta: nos inspira temor lembrando que este é o Dia de nosso julgamento. A mensagem do shofar, segundo Maimônides, é:
"Acordai de vosso sono e ponderai sobre os vossos feitos; lembrai-vos do Criador e voltai a Ele em penitência. Não sejais daqueles que per-dem a realidade de vista ao perseguirem sombras ou esbanjam anos buscando coisas vãs que não lhes trazem proveito. Olhai bem vossas almas e considerai vossos atos; abandonai os caminhos errados e os maus pensamentos e voltai a D'us, para que Ele tenha misericórdia para convosco!"
Esta é a função mais importante dos sons do shofar: inspirar a alma e provocar vibrações extraordinárias no coração, ativando o sentimento do arrependimento e humildade.
CONFIRA ESSE VIDEO NO YOTUBE
http://www.youtube.com/watch?v=686SoqV70y0